Criacionismo

domingo, 20 de junho de 2010


















ola, se você quiser saber sobre o criacionismo aqui tem alguns links sobre o assunto olha só esse arquivos sobre o assunto se que ser pode comentar .

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Dizer o nome de Deus

sexta-feira, 23 de abril de 2010
Oi Victor, gostaria de saber, como se escreve o nome de D_us e o de Jesus Cristo em aramaico?

Camila



O Nome de D_us e o Nome de Jesus

O nome identifica.

Ao falar-te de Leonardo da Vinci, de Einstein, ou outro nome de alguém que tenha atravessado a história desta vida, sabemos exactamente de quem se trata.



Conhecer o nome é conhecer a pessoa.

Há culturas que dão às pessoas nomes que dizem exactamente quem são, por exemplo:

João Padeiro, António Ferreiro, Alfaiate filho do Marceneiro.



Dar um nome é dominar; é ter poder de posse sobre o que se nomeia.

Para dar um nome a algo é preciso saber exactamente o que é, e isso significa também que fica sobre o nosso domínio. Conhecemos tudo, dominamos a coisa.

A terra pertence a quem lhe dá um nome, Vale de Flores, e o mesmo acontece com os nossos animais de estimação.



O Nome

O dar o nome torna-se complexo quando não conhecemos totalmente aquilo que queremos nomear. E o mais complexo de todos, é o Nome do criador de tudo o que é conhecido e desconhecido no universo. Se Lhe atribuirmos um nome, então significa que o conhecemos completamente, que o dominamos, e já não seríamos suas criaturas mas seus criadores.

o Nome daquele que tudo criou com amor e a quem nada nem ninguém pode dominar, é desconhecido! Só Ele o pode Revelar.

Por isso Ele revelou o seu Nome a Moisés, na sarça ardente: "Eu Sou Aquele que É, Era e Será".

O Nome torna-se Presença. Ele e o Nome não se distinguem; É o Próprio.

Na Bíblia o Nome aparece escrito como (sem os -). É Indizível, tal como não consegues ler Y-H-W-H. Dizer o Nome é torná-LO Presente.



Jesus

A língua sagrada da Bíblia é o Hebraico e não o Aramaico.

No tempo e lugares de Jesus e primeiros cristãos, falava-se Aramaico e Grego (muito mais do que o Latim!). O Hebraico só era conhecido, lido e escrito pelos escribas. Jesus conhecia o Hebraico e o Aramaico.

A língua original de Todo o Antigo Testamento é o Hebraico.

A língua original de Todo o Novo Testamento é o Grego.

Jesus em Hebraico escreve-se (e lê-se da direita para a esquerda) , Yehoshua, que significa Salvação, Salvador.

Jesus é considerado pelos cristãos como o Messias, o Ungido do Criador, , Mashiach, o Cristo. Ele afirmou "Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida".

Em Grego, Jesus Cristo (Cristo significa Ungido, Messias) escreve-se como Ιησος Χριστος, ou de um modo mais completo, o nome que as primeiras comunidades cristãs Lhe atribuíam: Ιησος Χριστος Θεου Υιος Σωτηρ, Jesus Cristo Salvador Filho de D_us. As Iniciais desta frase ΙΧΘΥΣ significam Peixe em grego. Por isso os primeiros cristãos usavam o símbolo do peixe para se identificarem mantendo a discrição.

As letras iniciais de Cristo Χρ (Cr) aparecem muitas vezes também uma em cima da outra (parece um P com um x), em algumas portas de Sacrários (onde se guarda o pão consagrado, hóstia), ou desenhadas em panos e livros, e significam Cristo.

Aqui pode encontrar uma tabela com os caracteres hebraicos.

Aqui pode encontrar um site com tradução inglês e hebraico (terá de instalar fontes quando clicar)

Nome de Jesus

Graça e paz de nosso senhor Yeshua a todos:

Apenas mais umas considerações sobre como o nome de Yeshua para Jesus:

Qual a verdadeira origem do nome Jesus ?

I O nome português Jesus vem do latim Jesus.
Jerônimo quando traduziu a Bíblia na versão conhecida como Vulgata usou o original hebraico para traduzir o VT e uma versão chamada de Antiga Latina junto com algumas outras versões em grego para traduzir o NT. A versão Septuaginta (grega) que traduzia o nome hebraico Yeshua como Iesous serviu de base para a tradução da Antiga Latina.
A forma latina "Iesus", que aparece na Vulgata Latina de Jerônimo, não foi inventada ou criada por Jerônimo, como afirmam erroneamente os adeptos do Nome Yehôshuah, mas é simplesmente uma transliteração natural do grego para a escrita latina. Ou seja: do Grego para o Latim

I= I
E = E
S = S
OU = U
S = S
Obs: O ditongo grego ou soa como u, por isso, Iesous, foi abreviado para Iesus. Do Latim para o Português: I = J
E = E
S = S
U = U
S = S

Como se formou o nome Jesus?

1. O "S" final no nome Jesus

O s final em Jesus se explica pela necessidade de tornar esse nome declinável: como vimos os judeus substituíram o ayin final por um sigma (o "s" grego) do caso nominativo. Nos outros casos a palavra se declina assim: Iesou (genitivo), Iesoi (dativo), Iesoun (acusativo) e Iesou (vocativo). Com isso mataram-se dois coelhos com uma só cajadada: o nome ficou declinável, e o ayin final, que não tem equivalente em grego, foi substituído por um sigma (s).
Fato semelhante se deu com Judas, que reflete a forma grega Ioudas, que em hebraico é Yehudah (Judá). Outros nomes hebraicos que terminam com a gutural he têm em grego, em latim e em português no final o som s: Isaías, Jeremias, Josias, Sofonias et al. Outro exemplo é o vocábulo Mashiach, que termina com a gutural sonora cheth (ch), a qual em grego, em latim e em português deu também lugar ao som s: em Messias.

2. O "S" médio em Jesus

No vocábulo hebraico Yeshua", o grupo sh representa a consoante shin. Por não haver em grego som correspondente a essa consoante fricativa palatal, que soa como xis (por exemplo a palavra eixo), os judeus a substituíram por sigma s, também fricativa mas línguodental, que em grego, mesmo entre vogais, soa como ss. A evolução do termo de uma língua para outra é a seguinte: Yeshua" (hebraico) > Iesous (grego) > Jesus (latim) > Jesus (português).
5. De onde Surgiu a letra "J" no Nome Jesus?
Dizem os adeptos do Movimento do Nome Yehoshuah que o nome correto de nosso Salvador não pode ser "Jesus" por não existir a letra j na língua hebraica.
A única transliteração ( reduzir um sistema de escrita a outro, letra por letra) possível do nome do Messias é Yehoshuah, e não Jesus, que seria uma deturpação greco-romana, pois na língua hebraica não há correspondente para a letra "j". Portanto, o nome do Senhor, para essas pessoas, não poderia em hipótese nenhuma ser transliterado com a letra "j".

A questão da letra "J"

É verdade que o j não existe no hebraico, grego e latim. Como, então, aparece essa letra em nomes bíblicos em quase todas as línguas com as quais estamos familiarizados? Porque todas as Bíblias trazem Jeremias, Jacó, Jersusalém, Judá sendo que não existia o J em hebraico?
O que aconteceu foi o seguinte: os judeus da Dispersão, empenhados em traduzir as escrituras hebraicas para o grego (a Septuaginta), não encontraram nessa língua uma consoante que correspondesse ao yodh do hebraico, e a solução foi recorrer à vogal grega iota, que corresponde ao nosso i. Então escreveram Ieremias, começando com i, e assim por diante, inclusive Iesous. No hebraico a letra y yud representa tanto o som vogal i como a consoante y. O mesmo acontecia com o latim com as letras i e u. O emprego das letras j e v para representar i e u consonânticos ocorreu na época do Renascimento, foi difundido por Pierre de la Ramée, também conhecido como Petrus Ramus. Foi filósofo francês, reformador da lógica aristotélica, aderiu à reforma protestante em 1561. Morto no massacre que se seguiu à noite de são Bartolomeu. Escreveu instituições dialéticas (1543) e Contra Aristóteles (1543).
A expressão "letra Ramista", ficou sendo uma designação comum dada às consoantes j e v, em homenagem a ele, que primeiro as distinguiu das vogais i e u em textos franceses.
(©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.)

Por isso lemos Jerusalém, e não Yerushalayim; Jeremias, e não Yeremiahu; Jonas, e não Yonah; Joaquim, e não Yehoiacin; e assim por diante.Há tempos, especialistas em hebraico são unânimes em transliterar palavras que começam com a letra hebraica yod (a letra inicial de Yehoshuah), ora com "i" (ou "y"), no caso de substantivos comuns, ora com "j", no caso de nomes próprios. Uma rápida consulta a qualquer léxico, analítico ou gramática de hebraico bíblico confirma esta afirmação.

Shalom Adonai

10 REGRAS PARA CRIAR FILHOS... DELINQÜENTES!!!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Escrita por Jeremias

1. Comece desde muito cedo a dar ao seu filho tudo o que ele quer. Assim ele se convencerá, quando crescer, de que o mundo gira em torno de seu umbigo e tem obrigação de satisfazer todos os seus desejos e caprichos.
2. Se, enquanto pequeno, o seu filho utilizar expressões grosseiras, ache graça. Isso fará com que ele se convença de que é espirituoso e o levará a refinar a sua linguagem ordinária.
3. Não lhe dê orientação religiosa nem lhe transmita princípios morais. Esperem pela sua maioridade para que, feitos os 18 anos, seja ele a fazer pessoalmente a sua escolha.
4. Evite recriminá-lo, para que ele não crie um complexo de culpa. Estes complexos, como toda a gente sabe, não deixam que as crianças desenvolvam a sua personalidade.
5. Faça sempre tudo aquilo que devia ser o seu filho a fazer. Arrume as suas coisas, apanhe o que ele deixar no jogado no chão e limpe tudo o que ele sujar. Desta maneira se habituará a empurrar para os outros as suas responsabilidades.
6. Deixe que o seu filho leia tudo o que lhe parar nas mãos. Tenha o maior cuidado em esterilizar os talheres, os pratos e os copos, mas dê a liberdade para que o seu espírito se alimente de imundícies e pornografia.
7. Discuta e se possível, brigue fisicamente com seu cônjuge na frente dele. Isso é muito útil para que ele se convença de que a família é uma instituição nociva e de que não deve qualquer respeito aos seus pais.
8. Dêe-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Evite que ele o ganhe com o seu trabalho ou através do seu bom comportamento. Tem tempo. Deixe ele aproveitar a vida e ser feliz enquanto é jovem.
9. Satisfaça todas as suas exigências ou caprichos, no que se refere a alimentação, vestuário e conforto, a fim de que o seu filho não possa nunca sentir-se frustrado. As frustrações, como se sabe, não permitem que a personalidade se revele e torna as pessoas mais infelizes.
10. Defenda sempre o seu filho! Dos seus amigos, dos vizinhos, dos professores e até - principalmente - da polícia. Afinal de contas, é tudo uma gentalha desprezível que tem inveja de uma criança tão amada e bem cuidada pelos pais.

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Como Criar Filhos Masculinos e Filhas Femininas

Como Criar Filhos Masculinos e Filhas Femininas


Escrita por Jeremias

Se existe uma chave para criar filhos masculinos e filhas femininas, creio ser a influência marcante e constante da presença dos pais com seus filhos! Este é o verdadeiro discipulado, a impressão digital deixada por um pai no filho, a mãe na filha, e vice-versa. Como vamos criar um filho à distância?
“Pai” significa ser discipulador! E o verdadeiro discipulado significa participar no processo de formar Cristo em outras pessoas. Começa em casa. Sou o primeiro responsável para tornar meus filhos súditos do Rei Jesus. Onde já se viu um discipulado acontecer sem o contato constante e íntimo? Tentamos hoje com nossos muitos modismos, mas não conseguimos. Para Jesus formar discípulos, exigiu-se dele 24 horas por dia durante 3 anos!
Tentamos escapar, criando palavras como “mentor”, pois reconhecemos que não somos suficientemente abertos, transparentes, vulneráveis ou perfeitos (!) para outras pessoas nos observarem de perto. Criamos “programas” de discipulado para tentar resolver isso. Ao mesmo tempo ignoramos o contexto ideal que temos para deixar uma marca profundíssima na vida de outros—nossos filhos!
Quando olhamos para a Bíblia, logo nos seus primeiros capítulos, percebemos que se espera que a imagem de Deus nos pais (Gn 1.27,28) seja reproduzida nos filhos (Gn 5.1-3). Portanto, a preocupação principal dos pais deve ser criar filhos à imagem de Deus (a imagem de Deus resgatada) e depois permitir que Deus mesmo, pelo Seu Espírito, desenvolva os papéis da verdadeira masculinidade e feminilidade conforme Ef 5:22-31.
Infelizmente, o Inimigo continua seu ataque feroz contra a imagem de Deus (1 Pd 5:7; Ap 12:9,10). E como ele não pode atacar diretamente a Deus, sua estratégia é atacar ao homem, feito a imagem de Deus, desfigurando-o por meio das tentações e do pecado. É como se o homem fosse um espelho refletindo a glória de Deus, mas, que, de repente, o diabo vem e nele lança sua lama. A lama que o diabo lança no espelho impede-o de refletir perfeitamente a glória de Deus. O mesmo tem acontecido com as famílias: elas são alvo da lama diabólica.
Haverá algum meio de se limpar a lama jogada nos espelhos individuais e familiares? Sim! Jesus veio resgatar a imagem de Deus no indivíduo e na família pela sua obra na cruz (2 Co 5.17-21). Em Jesus, pelo poder do Espírito, a verdadeira masculinidade e feminilidade podem ser resgatadas (Ef 5.18-6.4).
Mas, afinal, o que significa ser masculino ou feminino?
Será que ser Homem significa ser bom de briga, artilheiro no futebol e ter capacidade de consertar qualquer problema mecânica? Ou ter “pelos no peito” e conquistar muitas garotas são provas da verdadeira masculinidade?
E quanto às mulheres, será que ser uma boa cozinheira é sinônimo de ser feminina? Ou ter um corpo “malhado” e ser sedutora são as marcas da verdadeira feminilidade?
A verdade é que as pessoas têm seus conceitos formados muitas vezes pelos amigos ou pela mídia e, portanto, suas bases neste assunto são seculares e mundanas.
A verdadeira definição de masculinidade e feminilidade é uma questão, segundo a Bíblia, do coração — um coração que segue o padrão de Deus traçado para ambos os sexos, especialmente no contexto do casamento.
Permitamos que Deus defina nossa sexualidade, e não a cultura. Em sua Palavra, Deus define o homem como sendo o “líder-servo” do lar, que ama, protege, providencia, educa, cuida e disciplina; e a mulher como sendo a “auxiliadora idônea”, que cuida do lar, cria seus filhos, ama-os e ao marido (Confira: Gn 2:15-18; Pv 31:10-31; Ef 5:21-31; 1 Pd 3:1-7; 1 Tm 3; Tito 2:1-5).
Deus mesmo que nos deu a definição exata de nossos papéis como homens e mulheres, também nos deu, por meio da família, o privilégio de ensinar aos nossos filhos estes mesmos papéis. Provérbios 22.6 nos diz: Ensina a criança no caminho em que deve andar e, ainda quando for velho, não se desviará dele.
Com isso Salomão quer nos mostrar que criar nossos filhos à imagem de Deus exigirá treinamento e dedicação (Dt 6:4-9; Sl 78; Ef 6:4). Dedicação para abrirmos pacientemente uma “trilha” para nossos filhos e treiná-los perseverantemente para seguirem esta trilha aberta. É um processo abrangente que demanda muito do nosso tempo, mas, se queremos de fato formar nossos filhos, devemos investir neles a maior quantidade de tempo possível com qualidade. Embora durante este demorado processo devemos ser sensíveis à natureza de nossos filhos, em nenhum momento podemos esquecer que nosso dever nele é sermos “pró-ativos”. Ou seja, os pais devem antever as situações e buscarem sabedoria na Palavra para se prepararem para enfrentá-las, visto que o caminho natural da criança é estultícia e vergonha (Pv 29:15, 22:15). Todavia, este esforço para criar nossos filhos à imagem de Deus traz sua recompensa: a alma dos pais experimentará delícias! (Pv 29.17).
Gostaria de sugerir ao leitor dez idéias práticas que têm sido muito úteis para nós na criação de nossos filhos:
1. Liberdade Apropriada (Pv 29.15): A liberdade que vamos dar aos nossos filhos deve ser progressiva e responsável. Isto significa que no começo da vida do filho o pai o dirige em todas as situações. Somente à medida que o filho amadurece e vai tomando consciência de suas responsabilidades é que o pai vai gradativamente deixando-o tomar suas próprias decisões;
2. Demonstrar carinho por meio de contatos físicos: Nossos filhos precisam saber que nós temos um grande carinho por eles. Quando ainda são pequenos podemos pegá-los no colo e quando maiores podemos abraçá-los. Com estes gestos transmitimos a eles todo nosso carinho. Se Jesus pôde tocar num leproso, certamente posso abraçar meu filho! Uma coisa que sempre fiz com meus meninos foi brincar de “lutinha”. Eles gostavam muito disso. Gestos simples como estes, cultivados no ambiente familiar com respeito dão segurança aos nossos filhos;
3. Palavras de afirmação e encorajamento( Ef 4.29): Se transmitimos o nosso carinho por meio de gestos, por meio de nossas palavras transmitimos nosso amor e apreciação pelos filhos. Muitos homens e mulheres vivem hoje amargurados com seus pais porque nunca ouviram deles sequer uma palavra de apreciação. E é tão simples!! Veja algumas frases simples que você pode lhes dizer:
”Realmente você é uma mocinha”
“Você está se tornando um homem de Deus”
“Tenho muito orgulho de você ser meu filho”
“Você parece mais e mais com a sua mãe (seu pai)”
4. Ensino Formal e Informal ( Dt 6.4-9 ): O ensino formal se dá quando ensinamos alguma lição aos nossos filhos, seja ela religiosa, ética ou moral. Com este tipo e ensino já estamos acostumados. Porém, nossa instrução a eles não deve ser restringida a estes momentos formais apenas. Devemos aproveitar todos os momentos para ministrar ensino aos nossos filhos.
5. Promova “Encontros Familiares”: Não desperdice a oportunidade de tomar as refeições com todos os filhos. Na hora do almoço, por exemplo, não deixe que eles tomem sua refeição assistindo televisão enquanto vocês pais a tomam na cozinha (ou vice-versa!). Não! Junte toda a família à mesa e desfrutem da comunhão neste tempo. Planeje as “férias da família”. Decidam juntos aonde ir e como desfrutar ao máximo as férias como família. Outra idéia para encontros familiares é uma “reunião de leitura”. Escolha um livro para ler e reúna a família na sala e você, papai, leia a história para ela!
6. Promova também Encontros Particulares: Com meus filhos tenho posto em prática a idéia de levá-los individualmente comigo para tomarmos café da manhã em alguma padaria. Quando chega o dia de determinado filho tomar café comigo apenas ele fica muito feliz, aliás, todos ficam. É um tempo muito especial, é um tempo de termos uma “conversa de pai para filho”. As viagens também são ótimas oportunidades. Quando vou viajar e posso, sempre levo comigo um de meus filhos.
7. Crie para os filhos “Heróis Evangélicos” É muito comum as crianças admirarem um “herói”. Esteja atento para pessoas ao seu redor que possam ser um “herói” digno de ser admirado. Por exemplo: “o vovô é um herói por ter nos educado no caminho do Senhor” Seja você mesmo, papai, um herói para seu filho! Você pode ser para ele o melhor goleiro, caçador ou pescador!
8. Desenvolva Projetos e Interesses particulares da Família: A vida traz inúmeras oportunidades para desfrutarmos a vida familiar. Por exemplo, minha esposa e eu gostamos de praticar cooper e nós envolvemos nossos filhos nesta atividade física. Talvez você e seu cônjuge gostem de andar de bicicleta, então, andem com seus filhos! Há muitas coisas em que a família toda pode se envolver e torná-las como interesse particular dela: música, trabalhos manuais e etc.
9. “Rito de Passagem”: Outra idéia simples que marca muito a vida de nossos filhos é comemorar o seu décimo quinto aniversário com um “rito de passagem”. Quando o menino atingir uma maturidade tal que você quer honrá-lo com mais privilégios E responsabilidades (por exemplo, ao completar 15 ou talvez 16 anos), chame seus avôs, tios e irmãos da igreja que influenciam sua vida para presenciarem a transição do “menino para adulto” e peça-lhes que cada um traga uma palavra de encorajamento ao aniversariante. O mesmo se dá com a menina: chame as avós, tias e irmãs da igreja para que também presenciem sua “maioridade” e lhe dêem palavras de encorajamento e instrução. Com certeza será uma festa de aniversário que seus filhos nunca vão esquecer e, ao mesmo tempo, vão torná-los mais conscientes de sua nova postura doravante diante da sociedade.
10. Envolva sua família em ministérios na Igreja: Você já pensou em fazer parte do coral de sua igreja com toda a sua família junta? Pois bem, não perca oportunidades como esta! A igreja local oferece diversas oportunidades para que a família sirva ao Senhor unida. Nossa família, por exemplo, está envolvida com o ministério de música de nossa igreja; a família de um colega se envolve com o ministério de crianças fazendo apresentações de fantoches. Quando Deus planejou a família, Ele tinha em mente criar as melhores condições para que a vida humana fosse plena de significado e realizada. Quando assumimos a vontade de Deus para a nossa família, na dependência Dele, estamos aceitando uma oportunidade real e verdadeira de vivermos felizes e realizados. Olhando por esse prisma bíblico, criar nossos filhos à imagem de Cristo não é um fardo, mas, sim, um grande privilégio. Ao terminar, gostaria de deixar a você, pai ou mãe, uma palavra de ânimo. Se você se sentir incapaz de formar seu filho, lembre-se de que nenhum pai é capaz porque todos somos pecadores (Rm 3.23). Criar filhos ou filhas segundo a vontade de Deus não depende tanto de nossas forças, mas de dependermos de Deus e obedecer-lhe as instruções contidas em sua Palavra. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus ( Fp 4.7 )”.

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Como Criar filhos emocionalmente inteligentes?

Escrito por Jeremias

O tão discutido QI (Quociente de Inteligência) não é mais a única ferramenta para determinar a inteligência de uma pessoa. Atualmente temos um novo conceito que é o da Inteligência Emocional, criada pelo americano Daniel Goleman.
O cérebro humano é um sistema integrado que inclui elementos cognitivos e emocionais. O conceito de inteligência emocional ou QE valoriza a parte emocional como aquela que vai direcionar a cognitiva, deixando de lado a antiga crença de que as emoções atrapalham a razão. As emoções podem ser trabalhadas a favor ou contra o desempenho humano, tudo dependerá da autoconsciência, do autocontrole e de como colocamos em prática essas emoções. Muitos estudiosos desta nova teoria afirmam que crianças emocionalmente inteligentes são menos agressivas, mais flexíveis, mais estudiosas, mais sociáveis e conseguem encontrar mais soluções para os problemas naturais que a vida impõe a todos, como traumas, perdas e dificuldades.
Os pais se preocupam muito com a educação que vão dar aos filhos, e procuram com isso dar a eles o suporte necessário para que possam ter uma boa formação. Todos querem, na verdade, que seus filhos sejam capazes de enfrentar os problemas e que se saiam bem na vida como um todo. Para se educar um filho de modo que este se torne emocionalmente inteligente, é preciso reconhecer suas emoções, sem repreendê-las, desrespeitá-las ou ignorá-las. Precisam ajudar seus filhos a identificar suas próprias emoções e impor limites adequados, ao mesmo tempo em que os ensinam a descobrir soluções para a vida. Talvez isso seja o mais difícil de ser conciliado no dia a dia, na correria da vida cotidiana, mas é o mais necessário para uma educação saudável e plena no futuro adulto. Se uma criança ou adolescente não quer estudar, por exemplo, os pais precisam mostrar que entendem esse sentimento, mas vão mostrar também o que se ganha e o que se perde com tal atitude, qual seu preço a longo prazo e, assim, vão mostrar que na vida existem regras comuns a todos. Vão mostrar que existem sempre outras possibilidades, mas que a responsabilidade das escolhas é de cada um com seu próprio futuro. É uma negociação, um acordo que se entra com a criança ou adolescente, sempre procurando explicar os dois lados de acordo com a idade e compreensão do filho. Se os pais agem assim, mostram uma flexibilidade de conduta e, ao mesmo tempo, dão a este filho a possibilidade de tomar suas atitudes e decisões com responsabilidade, assumindo assim as conseqüências que virão a seguir. Fica a dica que é sempre necessário mostrar aos filhos os limites naturais da vida humana.
Manter a calma diante de alguma situação, saber mostrar estratégias para resolver um problema, ter flexibilidade para se adaptar a situações, se concentrar nas horas necessárias e saber se relacionar socialmente com as diferenças da vida humana, são algumas das habilidades que um Inteligente Emocional consegue naturalmente. E tudo isso citado pode ser resumido: ser inteligente emocional é ter capacidade de lidar com suas próprias emoções. Em parte, a Inteligência Emocional é determinada pela personalidade da criança, mas ela pode ser moldada na interação com os pais, dentro do ambiente familiar.



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